Vírus e Ameaças

Senac - Turma Administrador de Redes
Aluno: Alexandre Lima

Vírus de Boot

O Vírus de Boot foi um dos primeiros tipos a surgirem no mundo. Eles se alojam no primeiro setor do disquete, e ocupavam cerca de 1k ou menos. No fim dos anos 80, os Vírus Ping-Pong, Vírus Stoned, Vírus Jerusalem e Vírus Sexta-Feira 13 eram disseminados através do disquete que contaminava o PC quando inserido na máquina, e após contaminar ele contaminava qualquer outro disquete sem vírus que fosse inserido no drive do PC. Até o surgimento na Internet, o disquete era o único meio de propagação de vírus que existia. Na época o único meio de proteger um disquete contra vírus era colocar um selo no lacre quadrangular superior ou, no caso dos disquetes de 3"½, ativar a trava de proteção contra escrita, de forma a impedir que o PC gravasse qualquer coisa no disquete, fazendo dele um meio de leitura de dados somente, protegendo assim, de vírus. 

O que são Vírus?


Os vírus de computador assustam todos os usuários. Assim como o nome indica, associando seu nome aos "vírus" biológicos, eles também podem causar muitos danos - mas ao invés de você, a vítima é a sua máquina. Além dos danos à privacidade, com acesso ou corrompimento aos seus dados pessoais (fotos, vídeos, histórico de sites visitados e senhas), os vírus de computador já causaram muitos prejuízos financeiros para diversas empresas.

Diferença entre um WORM e um Vírus

Segundo a Symantec, uma das empresas especializada em segurança digitais mais famosas do mundo, há diferentes tipos de "softwares mal-intencionados", que chamamos erroneamente de "vírus". Normalmente, esses softwares são ou Vírus, ou WORM. Entenda:

Vírus: É um software que normalmente fica disfarçado na execução de outro programa, ou seja, o usuário tem que executar o aplicativo infectado (EX: um jogo pirata, no qual você instala, mas, sem você saber, há um vírus nele).

WORM: É um software que não precisa de um arquivo para que se propagar de um computador para o outro. O arquivo inteiro é o WORM, como documentos do Word e Excel que contêm um macro (são os mais comuns).

Ambos têm o poder de se autoduplicar e se espalhar para outros computadores

 

TIPOS DE VIRUS - Adwared e Spyware

 
Adware
1.      Adware é qualquer programa que executa automaticamente e exibe uma grande quantidade de anúncios (ad= anúncio, software = programa) sem a permissão do usuário. As funções do Adware servem para analisar os locais de Internet que o usuário visita e lhe apresentar publicidade pertinente aos tipos de bens ou serviços apresentados lá. 
Os adwares também são usados de forma legítima por empresas desenvolvedoras de software livre ou gratuito. Nesse caso, a instalação é opcional e suas implicações estão previstas no contrato de licença exibido durante a instalação. 
O termo adware é frequentemente usado para descrever uma forma de malware (software malicioso), geralmente aquela que apresenta anúncios indesejados para o usuário de um computador. Os anúncios produzidos por adware são, por vezes, em a forma de um pop-up.
 
 

Tipos de Vírus

By. Eduardo Oliveira
Turma: Adminstrador de Redes - Senac Mossoró


TIPOS DE VIRUS

Jerusalem (1987) - Um dos primeiros vírus realmente devastadores para MS-DOS, o Jerusalem estava programado para deletar todos os arquivos de programas no disco-rígido do computador infectado em uma sexta-feira 13 – motivo pelo qual ganhou o apelido “Friday 13th” – em nome de “AL AH” (percebe a piadinha aí?). Uma vez que ele se espalhou por diversos países, universidades, instituições e companhias importantes, você deve imaginar o estrago que causou.

Vírus Jerusalem


Virus de Facebook Spam

By. Lima Neto
Turma: Administrador de Redes - Senac Mossoró

Virus de Facebook Spam -
 Uma nova mensagem com vírus está se espalhando no Facebook, promovendo um produto para emagrecimento. As pessoas infectadas divulgam a mensagem marcando diversos amigos, na postagem e nos comentários, para garantir que o link seja visto pelo maior número possível de pessoas.
Quem clicou no link não está necessariamente infectado. No entanto, se o perfil no Facebook publicou a mensagem é importante verificar a lista de aplicativos e extensões do navegador.

Roteamento: conceitos e aplicações



Roteamento: conceitos e aplicações
Aluno: Jonathan
Curso: Administrador de Redes - SENAC-RN

Configurando roteador wireless Cisco



Configurando roteador wireless Cisco
By: Lauro Samuel
Turma Administrador de Redes Senac Mossoró

Como Configurar uma rede Com 02 switch - Packt Tracer



Como Configurar uma rede Com 02 switch - Packt Tracer

By: Jan Carlos

Como criar e configurar uma rede no Cisco Packet Tracer ( Switch e Roteadores)



Como criar e configurar uma rede no Cisco Packet Tracer ( Switch e Roteadores 


By: Alan Carlos - Cursos Adminstrador de Redes - Senac Unidade Mossoró

AULA 1 - Rede no Cisco Packet Tracer



AULA 1 - Rede no Cisco Packet Tracer

BY: Janedja -  CURSOS ADMINSTRADOR DE REDES - SENAC UNIDADE MOSSORÓ

Virtualização


Virtualização – Máquinas Virtuais
Lauro Sousa, Paulo Fagundes, Ramiro Júnior.

        Tradicionalmente, se você precisasse de duas “máquinas” independentes, cada uma executando sua própria cópia do sistema operacional, você utilizaria dois computadores diferentes para essa finalidade. Supondo, por exemplo, que você quisesse ter uma máquina com o sistema operacional Windows e outra com o Linux, você compraria dois computadores e instalaria o Windows em um e o Linux em outro.
        A medida que o hardware dos computadores evoluiu, cada máquina passou a ter uma capacidade de processamento muito grande, que muitas vezes não é utilizada na sua totalidade pelos programas executados na máquina. Para aproveitar esses recursos que ficam ociosos, foi criado um mecanismo que permite executar mais de um sistema operacional em um mesmo computador, sendo que cada um tem a impressão de que a máquina (o hardware) é apenas dele. Ou seja, cada sistema operacional se comporta realmente como se fosse uma máquina fisicamente separada. Desse modo, os sistemas operacionais não sabem que estão compartilhando um mesmo computador. Interessante, não?

Computação da nuvem




Conceito

O conceito de computação em nuvem (em inglês, cloud computing) refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade.

ESD oque causa e como evitar

                                          
O que é ESD?  




A eletricidade estática é definida como uma carga elétrica causada por um desbalanceamento dos elétrons na superfície de um material, especialmente dos isolantes. Essa carga produz um campo elétrico que pode ser medido e pode afetar outros objetos à distância. Descarga eletrostática, ou ESD (do inglês ElectroStatic Discharge), é definida como a transferência dessa carga entre corpos com potenciais elétricos diferentes

ESD-Eletricidade Estática

Componentes: Manoel Inavan, Antonio Francisco, Marcelo Brito, Rafael Fernandes.
          
Eletricidade Estática: Definição, Causa, Efeito e Solução





Símbolo de componente ou placa sensível a ESD




Definição:
A eletricidade estática é definida como uma carga elétrica causada por um desbalanceamento dos elétrons na superfície de um material. Essa carga produz um campo elétrico que pode ser medido e pode afetar outros objetos à distância.
Descarga eletrostática, ou ESD (do inglês ElectroStatic Discharge), é definida como a transferência dessa carga entre corpos com potenciais elétricos diferentes.
componentes:
Givanildo
Maria 
Layane
               ESD


Definição
A eletricidade estática é definida como uma carga elétrica causada por um desbalanceamento dos elétrons na superfície de um material. Essa carga produz um campo elétrico que pode ser medido e pode afetar outros objetos à distância.

Eletricidade estática e sua ação em dispositivos eletrônicos

COMPONENTES: Adrielly Martins; Juliana Costa; José Cleudivan; Yalissom Feliciano




Introdução:
Quem trabalha no ramo da eletrônica e da computação de baixo nível sempre ouve recomendações para prevenir a eletricidade estática, descarregá-la ou utilizar pulseiras e embalagens antiestáticas. Realmente muito se fala a respeito, mas diversas pessoas ligadas à computação não possuem um conceito correto sobre este tipo de eletricidade e o que ela pode causar, por conta disso veremos

Cabos e Conectores Coaxiais

Adriana Freire, Jan Carlos e Lauro Samuel


Introdução:

            Nos últimos anos muito se tem discutido e falado sobre as novas tecnologias de hardware e software de redes disponíveis no mercado. Engana-se, porém, quem pensa que estes produtos podem resolver todos os problemas de processamento da empresa. Infelizmente, o investimento em equipamentos envolve cifras elevadas, mas é preciso que se dê também atenção especial à estrutura de cabeamento, ou cabling, uma das peças-chave para o sucesso de ambientes distribuídos. Conforme pesquisas de órgãos internacionais, o cabeamento hoje é responsável por 80%  das falhas físicas de uma rede, e oito em cada dez problemas detectados referem-se a cabos mal instalados ou em estado precário.

Equipamentos e conectores de fibra ótica


Autores: 
Jonathan Lopes
Janedja Fernandes

 Equipamentos de fibra ótica

Com os avanços da tecnologia do cabo par trançado e conexões que permitem taxas de transferências de 10 gigabits em redes do tipo ethernet, porque usar fibra em redes aonde é possível utilizar os 100m de cabo par trançado?
A resposta pra isso talvez se encontre no fato que as conexões aonde é possível utilizar o cabo UTC ou STC ainda o utilizam. São raras as ocasiões aonde uma conexão por fibra ótica é utilizada sem que haja a impossibilidade de utilizar o par trançado, tais como grandes extensões da ligação (acima dos 100m do cabo par trançado) ou ligações que passam por áreas de grande interferência eletromagnética (usinas elétricas, subestações).
Mas se é utilizada a fibra em ligações acima de 100m, porque não utilizar em ligações com menores distâncias? A resposta a essa pergunta é simples: o preço. Equipamentos de fibra ótica, tais como equipamentos terminais ou repetidores são muito caros, o que inviabiliza sua utilização em redes de pequeno porte. Devido a isso há uma gama de equipamentos, não apenas para a utilização da rede, mas sua interligação com as redes locais, aonde predomina o par trançado.

Placas de redes

By: Jhonatan Xavier / Ramiro Júnior


Placa de rede com conector RJ-45.
Tanto as placas de rede como as placas mãe com rede onboard possuem na sua parte traseira, além do conector RJ-45, LEDs para monitoramento da comunicação. Isso facilita a identificação de problemas, como por exemplo, um mau contato no cabo. Você poderá encontrar LEDs com as seguintes indicações:

  • LINK: Indica que o cabo está corretamente conectado
  • Activity: Indica que a placa está transmitindo ou recebendo dados
  • 100: Indica que a conexão é feita em 100 Mbits/s
  • 1000: Indica que a conexão é feita em 1000 Mbits/s 

Fibra Ótica

Alunos: Paulo Fagundes e Alan Carlos

O que é Fibra Ótica?
A fibra ótica é um filamento extremamente fino e flexível, feito de vidro ultrapuro, plástico ou outro
isolante elétrico (material com alta resistência ao fluxo de corrente elétrica). Possui uma estrutura simples, composta por capa protetora, interface e núcleo. A tecnologia tem conquistado o mundo, sendo muito utilizada nas telecomunicações e exames médicos, como endoscopias e cirurgias corretivas de problemas visuais, entre outras aplicações possíveis.